O tempo não acabou com o meu sofrimento
A privda é o depósito de memórias do povão
Que come marmita podre sem feijão
A morte é a que ri por último e melhor
Não sei fazer rima de cor
Pau no cu da minha ignorância
Que não revela nada a distância
Vou tirar uma foto do diabo
E pendurar na sua parede
Quando olhar no seu espelho
Verá que você não é ele!